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Mensagem do Tom (02.07.2009)  Inserido Saturday 04 July 2009 00:04


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Porque vale sempre a pena! 5º Capitulo  Inserido Thursday 02 July 2009 21:16

Nota: Para ser sincera este capítulo não tem lá grande coisa, a emoção é pouca, ou nenhuma, mas pronto, nos próximos vão haver novidades!
Esperava que comentassem os capítulos, mas estou a perder a esperança.
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5º CAPITULO

Eu e a Débora chegámos finalmente a casa do meu pai, antes de sair do carro, respirei fundo e tentei acalmar-me, mas as palavras da Rafa não me saíam da cabeça A tua mãe não morreu! …Há uma possibilidade do teu pai ter alguma coisa a ver com isto!”. De repente a Débora bateu na janela do meu lado.

Eu – Bolas, assustaste-me!

Débora – Vamos embora, não vais ficar aí a noite toda, pois não?

Eu (falei baixo) – Preferia mil vezes isso, do que entrar naquela casa.

Saí do carro, fechei a porta e tranquei-o. Andei até à entrada da casa dele, a Débora ia mais à frente, eu observava aquela mansão e voltava a pensar nas palavras da Rafa.

Eu – Como pode estar a acontecer uma coisa destas?

Débora (olhou para mim) – Hallo, deixa-te de cenas e vem!

Eu não respondia, apenas continuava a apreciar a mansão.

Débora (aproximou-se de mim) – Mas eu não te bato! (e puxou-me)

Eu – Tem calma, não te preocupes que eu vou!

Débora – Então acorda para a vida! Pensas em quê?

Eu – Nada!

Débora (tocou à campainha) – Bem me parecia.

Saiu de lá de dentro uma mulher, que veio abrir a porta.

Eu – Não me digas que arranjou uma amante.

Débora – Joana?!

Eu – Que foi?

Débora – Pode ser apenas a empregada.

Eu – Isso, continua a iludir-te, a novidade é só uma…

Mulher (aproximou-se) – Olá meninas.

Eu – Porque não abriu a porta a partir de dentro, escusava de ter andado tanto.

Mulher – Não te preocupes, queria fazê-lo pessoalmente.

Débora (falou ao meu ouvido) – Não sejas arrogante.

Mulher (abriu o portão) – Entrem, eu sou a Anne!

Débora – Prazer Anne, sou a Débora e esta (olhou para mim e arregalou-me os olhos, puxando-me mais à frente) é a Joana.

 Anne – Sim, eu sei, o vosso pai está ansioso à vossa espera.

Joana – Deve estar deve.

A Débora voltou a olhar-me de lado, mas nem liguei, manteria a minha opinião em relação a tudo aquilo. Bem, lá seguimos aquela mulherzinha até ao interior da casa. Já estava a ver a cena toda.

Vanessa (pegou numa toalha e limpou a cara, enquanto se aproximou do Zac) – O que achaste? Sai-me bem, ou nem por isso?

Zac (levantou-se e agarrou-me) – Um espectáculo, como sempre.

Vanessa – Não gozes, e afasta-te, estou toda suada.

Zac – Quero lá saber! (beijou-a)

Vanessa (afastou-se dele) – Os meus alunos estão ali!

Zac – Vane?! Eles têm praticamente a mesma idade que nós, e uns se calhar até são mais velhos.

Vanessa – Não interessa, tenho de manter…oh, esquece!

Aluno (acenou e sorriu) – Adeus Vane!

Vanessa (largou o Zac e sorriu) – Adeus pessoal, até amanhã!

Todos – Até amanhã! (e saem a rir-se, a cantar e a dançar)

Vanessa – São super divertidos…parecem uma autêntica família.

Zac – Estava a ver que não se iam embora.

Vanessa – Zac?!

Zac – Que foi? (agarrou-a pela cintura) Quero estar contigo.

Vanessa (agarrou nas mãos dele) – Então…vamos dançar!

Silvia – Já percebi o que se passa aqui e sei qual é o meu lugar em todos estes negócios.

Lord – Ainda bem que percebeste querida.

Silvia – Espero que o senhor também tenha percebido que brincar com a minha vida não é coisa que se faça, e se voltar a fazê-lo terei que usar métodos que não vai gostar de ver.

Lord – Não me ameaces Silvia.

Silvia – E o senhor não brinque com a vida dos outros.

Lord - Podes ir. Confio em ti, e espero que não me desapontes.

Silvia – Nunca desapontei ninguém, não era agora que o ia fazer.

Lord – Se eu precisar de alguma coisa ligo-te.

A Silvia saiu do carro, e este arrancou logo. Ela aproximou-se do G e do Taylor…

G – Bem, mais um bocado e passavas lá o resto do dia.

Silvia – Vamos embora, tenho fome e cenas para tratar.

Taylor – Podemos ajudar-te em alguma coisa?

Silvia – Claro que podes!

Taylor – Em quê?

Silvia – Afasta-te de mim! (e vai-se embora)

G (caminhava atrás dela juntamente com o Taylor) – Meu amigo, parece que ficaste mesmo marcado.

Taylor – Ela ainda vai ser minha, escreve o que te digo.

Silvia (elevou o tom de voz) – Posso estar longe, mas oiço bem. E querido…vai sonhando.

O G partiu-se a rir e o Taylor ficou de trombas, não achou piada nenhuma ao que a Silvia tinha dito e à forma como o provocara, e por isso tomou a decisão de a conquistar, desse por onde desse.

CONTINUA…

BillaJo ^-^

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Karaoke continua! (2.07.09)  Inserido Thursday 02 July 2009 16:34

zoom [-]

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Olá mais uma vez!!! ^-^  Inserido Thursday 02 July 2009 04:10

Penso que tenho de vos apresentar as personagens pelas imagens, das minhas amigas não vou colocar e muito menos de mim (lol), mas sim dos famosos que participam nesta fic.

TOKIO HOTEL

Aqui nesta Fic eles estão com o visual antigo...ou seja, o Bill continua nos concertos e tudo o mais com o seu cabelo espetado e o Tom com as suas rastas...
Eles são simplesmente...PERFEITOS!!!!!!!!!!!! <3

MITCHELL MUSSO

O meu fofinho, adoro este rapaz!!!!

TAYLOR

Cheio de estilo e bastante giro! ^-^

ZAC

Que brasa que este gajo é.

VANESSA

Adoro-a!!!

ROBERT

Rapaz sexy!!!

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Porque vale sempre a pena! 4º Capitulo  Inserido Thursday 02 July 2009 04:06

4º CAPITULO

Bem, lá estava eu à entrada do quarto da minha irmã.

Eu (bati à porta) – Hey Débora, preciso de falar contigo.

Débora – És mesmo chata!

Eu – Anda lá, abre a porta, é importante.

Débora (abriu a porta) – Vá, diz lá!

Eu (entrei e sentei-me num cadeirão) – Bem, o pai ligou-me…

Débora (sorriu) – Fixe, e o que é que ele queria?

Eu – Estás muito entusiasmada.

Débora – Pois estou, há muito tempo que não falo com ele.

Eu – Falaste com ele na semana passada!

Débora – Tu sabes o que quero dizer…agora fala!

Eu – Ele convidou-nos para ir jantar lá a casa.

Débora – Quando?

Eu – Hoje!

Débora – Então vamos, estás à espera de quê?

Eu (falei baixinho) – Que dissesses que não! (olhei para ela) Ele devia ter-te ligado, mas pelos vistos esteve à espera que eu falasse contigo…como sempre…

Débora – Já percebi que não queres ir, mas essa tua cena com o pai já devia ter acabado há muito tempo, a mãe não ia gostar de vos ver assim. Antes eram totalmente inseparáveis…

Eu (levantei-me e não a deixei acabar) – Acabou a conversa. Veste outra coisa e vamos embora, acabamos com aquilo de vez e vamos divertir-nos…até porque o Jasper depois vem buscar-te aqui e não a outro lado.

Débora – Ai…ai…o que eu não faço por ti, maninha!

Eu – Conversas, conversas! (abri a porta, mas depois lembrei-me e voltei a olhar para ela) Ah…tenho um convite para te fazer.

Débora – Não vem daí coisa boa.

Eu – Tenho dois bilhetes para o concerto dos Tokio Hotel, no sábado, da semana que vem!

Débora – Concerto?

Eu – Sim!

Débora – Dos Tokio Hotel?

Eu – Sim!

Débora – No sábado?

Eu – Sim! Nem sequer perguntes “da semana que vem?”. Responde!

Débora – Só podes estar a gozar comigo…

Eu – Epá, vens ou não?

Débora – Dah! Eu tenho mais que fazer…

Eu – Já percebi! Adeus! (abri a porta, pronta para sair)

Débora – Espera…eu vou, mas só para te fazer companhia.

Eu – Sabes enganar…sabes! Despacha-te! (e saí)

Silvia (tirou a máscara de oxigénio da cara e entregou à enfermeira) – Já estou bem, obrigado!

G – Tens…

Silvia (levantou-se e foi até ele) – G, não te perdoo esta.

G – Não podia fazer nada, são ordens do Lord.

Silvia – Eu podia ter morrido, tens noção disso?

G – Claro que sim, mas felizmente já estás bem!

Rapaz – Não te chateies com ele, tu sabes perfeitamente que o Lord não é para brincadeiras e todos têm de cumprir ordens, por mais que afecte o lado pessoal.

Silvia (olhou-o de lado) – E quem és tu, posso saber?

Rapaz (aproximou-se dele e estendeu-lhe a mão) – Sou o Taylor!

Silvia (fez-lhe um ar de desprezo) – O desprazer é todo meu!

Taylor – És mesmo dura de roer.

Silvia (aproximou-se dele e olhou-o bem nos olhos) – Não me voltes a beijar…senão as coisas correm mal para o teu lado.

Taylor (aproximou-se ainda mais) – Isso é uma ameaça?

Silvia (aproximou os seus lábios dos dele) – Não, amor, é…um aviso!

G (afastou os dois) – Parem com isso, podemos ser todos amigos.

Silvia – Eu? Amiga dessa coisa? Só podes estar a gozar.

Taylor – Estás mortinha por me saltar em cima.

Silvia – Só se for para te arrancar os olhos à colherada.

Taylor (olhou para ela de frente) – Deves-me uma…eu salvei-te!

Silvia (virou-se para ele) – Não fizeste mais do que a tua obrigação, foste tu que me puseste lá e foste tu que me tiraste…por isso não te devo NADA!

Alguém de dentro de um carro preto, de vidros escuros apitou.

G – PAREM! Si, o Lord quer que entres naquele carro!

Silvia – Depois de tudo o que me fez? Nem penses…

G – Vai lá, imediatamente…

A Silvia olhou-o de lado, mas acabou por ir.

Rafa (entrou num mini supermercado) – Boa tarde!

Sr. François – Boa tarde Rafaela!

Rafa – Boa tarde Sr. François!

A Rafa começou a andar pelas prateleiras, parou e tirou uma maçã de uma caixa, mas alguém também pegara nela também.

Rafa (olhou em frente) – Jasper…que fazes aqui?

Jasper (não se mostrou surpreendido) – Rafa! Vim comprar coisas.

Rafa – Pois, tem a sua lógica. E vais fazer algo especial, para alguém em especial?

Jasper – Não sou de cozinhar, e não tenho ninguém especial, pelo menos não tanto como tu.

Rafa – Jasper?

Jasper (aproximou-se dela) - Não disse nada de mal.

Rafa – Pois, está bem. Olha, não queres vir jantar a minha casa?

Jasper – E por que não ser eu a convidar-te para jantar, fora.

Rafa – Assim já gosto mais, não terei de cozinhar.

Jasper (já estavam de saída) – Ainda bem que aceitas. Mas, não devias estar com o teu namorado?

Sr. François (olhou para a Rafa) – Não leva nada, Rafaela?

Rafa (sorriu) – Não senhor François, hoje não, obrigado! E parece que aqui o meu amigo também desistiu das compras.

Sr. François – Tenham os dois um bom fim de tarde.

Rafa – Obrigada e igualmente.

Jasper – Até qualquer dia!

Os dois saem…

Jasper – Ainda não me respondeste!

Rafa – A quê?

Jasper – Não devias estar com o teu namorado?

Rafa – Nem sei onde ele anda. Já lhe mandei SMS’s e toques, mas parece que não me liga nenhuma, isto já nem um namoro é.

Jasper – É pena, esse rapaz nem sabe a rapariga que tem.

Rafa (parou e olhou para ele) – Não gozes.

Jasper (aproximou-se dela) – Não estou a gozar… Podíamos apenas falar por internet e telemóvel, mas conhecemo-nos bastante bem, e percebi que és uma pessoa bastante especial.

Rafa – Continuas a gozar.

Jasper (juntou o seu corpo ao dela) – Achas mesmo que estou?

Rafa – Não sei, mas estás a deixar-me nervosa.

Jasper (aproximou os seus lábios dos dela) – Isso é um bom sinal.

Quando ele estava prestes a beijá-la…

Voz – RAFA!

Rafa (afastou o Jasper de si) – Robert?

Robert – O que estás a fazer aqui?

Rafa – Isso pergunto-te eu! Porque não me atendes o telemóvel e não respondes às SMS’s?

Robert – Estava ocupado.

Rafa – Estás sempre ocupado.

Robert – Quem é esse aí?

Rafa (olhou para o Jasper e depois para o Robert) – Um…amigo!

Robert – Um amigo? O que eu vi não foi coisa de amigos.

Rafa – Pensa o que quiseres, eu tenho de ir embora.

Jasper (agarrou no braço dela) – Espera Rafa!

Rafa – Desculpa Jasper, mas não tenho tempo para estas cenas.

Robert – Estás a fugir?

Rafa – Não, não estou a fugir, porque eu enfrento sempre os meus problemas e não os evito, como tu! Agora faz-me um favor, e deixa-me em paz. (e afastou-se)

Jasper – Fiz o que me pediste Robert, agora não penses que continuarei com isto.

Robert – Segue o plano Jasper!

Jasper – Estou farto destes jogos.

Robert – Cala-te e vai com ela, depois ligo-te.

O Jasper virou-lhe costas e foi a correr atrás da Rafa, colocou-lhe o braço à volta dos ombros e ela encostou a cabeça no peito dele. E foram os dois assim, pela rua, enquanto o Robert os observava de longe.

CONTINUA…

BillaJo

 

 

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